Bombeiros de Sarandi recebem caminhão ABTS para reforçar atendimentos na região
Veículo de mais de R$ 2 milhões amplia capacidade operacional do Pelotão, que atende Sarandi e outros nove municípios
Publicado em 20/11/2025 às 06:28
Atualizado em 20/11/2025 às 06:29
Capa Bombeiros de Sarandi recebem caminhão ABTS para reforçar atendimentos na região

Foto de Rádio Sarandi / Reprodução

Os Bombeiros Militares de Sarandi receberam, nesta quarta-feira (19), um caminhão ABTS (Auto Bomba Tanque e Salvamento) avaliado em mais de R$ 2 milhões, reforçando as operações do Pelotão responsável por atender Sarandi e outros nove municípios da região. O investimento do Governo do Estado busca ampliar a capacidade de resposta em ocorrências de incêndio, resgate e salvamento.

Projetado para atuar em diferentes frentes, o caminhão se destaca pela versatilidade: pode ser empregado tanto no combate direto às chamas quanto em operações de resgate, além de oferecer amplo espaço para o transporte de equipamentos, ferramentas e acessórios indispensáveis no atendimento diário da corporação. O veículo possui ainda tanque para 4.500 litros de água, 200 litros de espuma e acomoda até cinco militares.

A chegada da nova viatura ocorre em um momento de demanda crescente. Desde a inauguração do Pelotão, em dezembro de 2022, a unidade já registrou mais de 600 ocorrências nos municípios atendidos, incluindo atendimentos preventivos, salvamentos, acidentes de trânsito, manejo de animais, incêndios e remoções de risco. Somente no primeiro semestre de 2025 foram mais de 450 chamados — número superior aos 399 registrados no mesmo período de 2024 — com destaque para os atendimentos pré-hospitalares, que passaram de 203 para 285 no intervalo comparado.

Com o reforço na frota, a corporação espera ampliar a eficiência e reduzir o tempo de resposta nas emergências, garantindo maior segurança à população de Sarandi e das demais localidades atendidas. A nova viatura também deve facilitar atendimentos em áreas rurais e ocorrências de maior complexidade, que exigem equipamentos específicos e maior autonomia de operação.

Fonte: Ramon Mendes - Jornalismo RP

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