Em uma das mais graves escaladas militares dos últimos anos no Oriente Médio, Estados Unidos e Israel lançaram, na manhã deste sábado (28), a Operação Epic Fury (Fúria Épica) contra o Irã. A ação militar conjunta atingiu instalações militares, centros governamentais e áreas próximas à liderança iraniana.
Autoridades israelenses afirmaram que um dos objetivos da ofensiva seria o líder supremo Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian. Até o momento, não há confirmação independente sobre a condição dos principais alvos mencionados.
Explosões foram registradas na capital Teerã e em outras cidades, como Isfahan, Qom e Tabriz. O governo norte-americano descreveu a operação como parte de uma campanha para reduzir o que considera ameaças militares e nucleares vindas de Teerã.
Retaliação iraniana
Horas após os ataques, o governo iraniano anunciou resposta imediata. Segundo agências internacionais e veículos estatais, forças iranianas lançaram mísseis balísticos e drones contra o território de Israel e contra bases militares dos Estados Unidos em países do Golfo Pérsico, como Qatar, Kuwait, Bahrain e Emirados Árabes Unidos.
Autoridades iranianas declararam que todos os alvos militares americanos e israelenses na região estão sob ataque e afirmaram que a retaliação seguirá com “poderosos golpes de mísseis” até que a ofensiva seja contida. O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica classificou a resposta como implacável.
Alertas e vítimas
A escalada provocou alertas de defesa aérea, acionamento de sirenes e interceptações de mísseis em Israel e em países do Golfo que contam com sistemas antiaéreos. Pelo menos uma pessoa morreu nos Emirados Árabes Unidos, atingida por destroços de um míssil interceptado, segundo informações oficiais.
Risco de conflito ampliado
A nova ofensiva amplia um cenário de tensão que vinha se intensificando em torno do programa nuclear e de mísseis iraniano, além de confrontos diretos e indiretos envolvendo aliados na região. Autoridades internacionais manifestaram preocupação de que a crise evolua para um conflito de maiores proporções, com possíveis impactos na segurança regional e nos mercados globais de energia.
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